quarta-feira, 24 de março de 2010

Esade - Faculdade Global?

UPDATE

Recebi um retorno da Esade, que publico aqui, bem como a minha resposta. Espero que o histórico chegue na Unifin da forma correta. Ficarei de olho!

Prezada Adriele

Tomei ciência da sua solicitação e insatisfação com relação ao não lançamento da nota de Gestão de Finanças.
Lamento o ocorrido e na busca por minimizar esta insatisfação, conversamos com o professor e fizemos a inserção da nota no sistema.
Embora esteja tudo resolvido, gostaria de poder conversar contigo, pessoalmente.
Quando você tem disponibilidade?
Fico no aguardo do teu retorno
Att

Maria da Graça Sanchez



Minha resposta...

Boa noite Maria da Graça.

Informo que visualizei no site o meu histórico escolar e relembro que o mesmo deve ser enviado para a UNIFIN a fim de complementar a documentação enviada por ocasião da minha transferência.

Não tenho disponibilidade durante a semana pois estou trabalhando em período integral e fazendo 5 cadeiras na outra instituição.

Agradeço o retorno e a resolução do problema tão rapidamente, mas é lamentável que a coordenadora da Instituição tenha que intervir em assuntos como este, que seriam facilmente resolvidos se cada parte cumprisse suas funções da maneira correta.

Att.,

Adriele Schtscherbyna




Eu costumo brincar com o Taner e dizer que vou escrever o meu primeiro post quando estiver na TPM. No fim isso não aconteceu, eu apenas perdi a minha paciência com a Esade, vulgo faculdade global. Segue a carta que acabei de enviar para a direção. Assim que eu receber um retorno, posto aqui:

Boa noite professora Maria, tudo bem?

Não nos conhecemos pessoalmente, mas meu nome é Adriele Schtscherbyna e eu estudei na Esade no semestre passado.

Fiquei em exame na cadeira Gestão de Finanças do professor Jeferson Funchal (que está em cópia nesse email) e no dia posterior o gabarito foi divulgado. Verifiquei minha prova e vi que passei. O problema é que a minha nota NÃO FOI LANÇADA NO PORTAL. Mandei email para o professor, que conforme o anexo prometeu me retornar e NÃO retornou, mesmo assim enviei email para a Ouvidoria (q também não retornou) informando que estava em trâmite para sair da faculdade e não queria ser prejudicada.

Mas adivinhem! FUI PREJUDICADA!

Ao me matricular na Unifin para fazer a cadeira de Administração Financeira II fui informada que não tinha pré requisito, pois a matéria que eu cursei na Esade estava como NÃO CURSADA NO HISTÓRICO ESCOLAR.

Me pergunto...como uma faculdade que diz ser global erra desse jeito em um processo dessa seriedade? Começou no professor que não disponibilizou a minha nota e terminou no funcionário que fez um trabalho de robô e não se deu ao trabalho de pensar e verificar porque no histórico da aluna que PAGOU por 3 cadeiras haviam apenas duas?

Enquanto o corpo docente da faculdade estava em férias eu tive que me deslocar do trabalho até aí para "abrir um protocolo" para verificação do "problema" no meu histórico. No fim não pude cursar a cadeira que queria, deixando-a para o semestre que vem.

No início dessa semana resolvi verificar junto a UNIFIN se já haviam recebido o meu histórico e a minha surpresa é que ainda não receberam nada!

Qual a posição da direção (se é que já tinham conhecimento) perante o ocorrido? Fico no aguardo de um retorno com extrema urgência. Caso contrário procurarei o MEC e os meus direitos, afinal eu PAGUEI todas as mensalidades.

Att.,

Adriele Schtscherbyna

domingo, 14 de março de 2010

Problemas com a TIM

O texto que vem a seguir é uma "carta reclamação" de um colega de trabalho com a operadora TIM. A façanha da vez é a seguinte: ele fez portabilidade e não adquiriu um aparelho novo. Algum tempo depois o aparelho começou a apresentar problemas. Tudo bem isto acontece, mas o que não consigo entender é por que a TIM não permite que ele adquira um novo aparelho para usar no plano. Às vezes parece que faltam todos neurônios para o pessoal que cria este tipo de plano, ou com a falta de clareza ao não informar a "fidelização".

"Fui cliente da Operadora Claro durante muito tempo sem muitos problemas. Optei por fazer portabilidade numérica para a operadora TIM devido a uma promoção na época que me permitia falar com qualquer número da tim pagando apenas o primeiro minuto, o que era muito inetressante já que minha namorada utilizava serviços da TIM. Até a época em que fiz Portabilidade para a Operadora TIM, possuía um aparelho da Nokia, o N95 e por estar em perfeitas condições de uso, optei por ficar com o mesmo ao invés de de comprar um aparelho da TIM. Até aí tudo são flores, o vendedor da loja muito atencioso, deixando claro as vantagens da operadora, o clássico papo de vendedor.

Passados quatro meses de utilização dos serviços da TIM, meu aparelho passou a apresentar problemas devido a algumas quedas e decidi que era a hora de trocar de aparelho (Até durou muito). Entrei em contato com a TIM para obter informações sobre compra de aparelhos e tal foi a minha surpresa que no momento em que fechei contrato, foi criada uma fidelização com a operadora pelo período de 1 ano, devido a utilização de plano de dados, Plano de dados esse que funciona de forma capenga em meu aparelho pois a frequência dele não é compatível com a frequência 3G da TIM.

Não consigo entender como posso ser fidelizado a operadora sem a aquisição de um aparelho, até pq no momento da aquisição do plano o vendedor atencioso deixou muito claro que eu poderia sair da operaora, adiquirir aparelhos, mudar de planos no momento que quisesse, sem dificuldades. A questão toda, é que necessito de um novo aparelho para poder me comunicar com conhecidos ou para fins de trabalho e a minha operadora me impede de adquirir um novo.

Ao falar com a central, tentam me encaminhar a loja, na loja, me dizem que esses problemas só podem ser resolvidos pela central (*144). Se estivesse pedindo um novo aparelho de graça, vá lá, mas estou querendo adiquirir um aparelho, nada de esmolas, quero pagar por ele e mesmo assim a operadora não é solícita nessa parte. Já não sei mais prá que lado ir nessa situação, meu aparelho atual desliga de minuto em minuto. Cada vez que ligo, me informam uma coisa diferente: Não podem me fazer a venda de um aparelho devido essa fidelização, devido a problemas em meu cadastro e a última que ouvi da central é que deveria aguardar mais 6 meses até poder adquirir um aparelho com eles.

Eu, um bom cliente, com minhas contas em dia, tenho que ficar 6 meses com um aparelho que não funciona, apenas evidenciando que tenho muito menos direitos do que novos clientes, que podem obter aparelhos sem problemas."

quarta-feira, 3 de março de 2010

Será que só acontece comigo?

1 - Fui a uma agência da Caixa Econômica Federal para cadastrar a senha do cartão do trabalhador. A estagiária muito bem treinada me disse que para cadastrar a senha, eu deveria preencher um formulário. Até aí tudo bem, tirando o fato que as informações são as mesmas que eu havia preenchido para fazer o cartão. Isto é realmente necessário??

2 - A Leroy Merlin garante a devolução dos produtos. Mas estou a mais de 2 semanas e ainda não recebi o dinheiro do Ar Condicionado que eu tive que devolver. Alguém aí sente falta de R$ 500,00? Se não sente manda pra mim.

3 - Liguei para a SOUL para fazer uma reclamação de um quase atropelamento que sofri. Fui atendido, mas a reclamação não foi registrada porque era 18:10 e as reclamações são só até 18:00. Por que a atendente não anotou o recado e passou ao setor responsável?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Meça você mesmo

Após a ressaca do carnaval (fiquei os 4 dias em casa trabalhando) volto a escrever, desta vez para falar mal do atendimento recebido no Magazine Luiza. A vendedora que nos atendeu informou que a cozinha que havia nos interessado media 2,40m, dava exatamente na nossa gigantesca cozinha que tem 2,50.

Plena segunda de carnaval, montador chegou cedo e, quando foi colocar a última parte do móvel veio a surpresa: a soma das peças da cozinha media 2,60m. Perguntamos para ele se conhecia a vendedora que nos atendeu, a resposta dele foi que a mesma é a CHEFE do setor de cozinha da referida loja.

Voltando no tempo, vou descrever o atendimento prestado pela nossa amiga vendedora. Primeiramente, ela mediu de qualquer jeito o móvel, tanto que nos passou o valor errado. Ela nos disse que não poderia dar desconto. Três dias depois voltamos lá e conseguimos um bom desconto com outro vendedor. Quando fomos na primeira vez à loja, estávamos pesquisando preços e opções, mas a nossa amiga apressadinha largou a seguinte frase:
- Vocês já vão levar?

Quando notei que o móvel não cabia, veio como um filme em minha mente todos os fatos descritos acima. Aí pensei comigo mesmo, que nossa amiga vendedora estava pensando apenas em sua comissão, ao invés de estar empenhada em prestar uma informação correta e bem atender seus clientes. Não é a primeira vez que vou mal vestido a uma loja e uma das duas situações acontece:
1 - Sou sumariamente ignorado;
2 - Sou atendido como se não fosse merecedor de muita atenção, pois pela roupa que visto, meu poder aquisitivo deve ser parco.

Aonde estamos? Se eu tivesse realmente muita grana, com certeza não estaria comprando cozinha na Magazine Luiza no centro de POA. Iria numa loja chique fazer um projeto personalizado. Comprovadamente lojas que têm como público alvo classes mais populares, parecem que ficam esperando um socialite para paparicar, ao invés de cativar o cliente e fazer com que ele volte posteriormente. Nem mesmo as Casas Bahia pode ser considerada uma loja com bom atendimento. Quando ela ainda operava aqui no RS, aconteceu algo estranho comigo lá, mas isso é assunto para outro post.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sucos de caixinha podem não ser tão saudáveis quanto parecem.

Matéria publicada no site da Época, analisa os resultados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor com 12 bebidas a base de frutas.

Esta pesquisa só vem a confirmar o que qualquer consumidor mais atento já sabia: nada substitui os produtos naturais. Ao invés de comprar um suco em lata, compre uma fruta e faça você mesmo. Ou coma a fruta.

Para ler a matéria completa, clique aqui

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A Devassa da Schin

Está nos trending topics do Twitter: Schincariol e bemmisteriosafail. Ao que parece, não pegou entre os internautas a campanha lançada pela Schin para reposicionar a cerveja Devassa, adquirida em 2007.

A data do lançamento foi acertad, visto que em muitos lugares do país o carnaval já começou (se é que um dia terminou). Mas o que importa mesmo não é o reposicionamento ou a quantidade de estrelas que farão comerciais e sim a presença em supermercados, bares, botecos e onde mais tenham consumidores de cerveja e, acima de tudo, ela deve ser melhor que a Nova Schin. Não existe campanha que resista a um produto ruim (salvo algumas campanhas políticas), só o tempo dirá se a Schin está no caminho certo.

Não tá sabendo? Para se atualizar, veja a matéria publicada no jornal O Globo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Queda recorde inadimplência

Segundo o Serasa, de dezembro para janeiro, a inadimplência caiu 6,3%, maior percentual de queda desde 1999. Débitos com bancos continuam sendo a maioria, seguidos pelas dívidas com cartões de crédito e financeiras e cheques sem fundos.

O brasileiro tem utilizado melhor seus recursos, consumindo de forma mais consciente? Numa análise rápida parece que sim, mas olhando as coisas mais a fundo, creio que seja o contrário, pois os consumidores estão ficando inadimplentes justamente onde os juros são mais altos, muito altos. Do estudo divulgado, 80,2% da inadimplência se concentrou com bancos, cartões e financeiras, que geralmente oferecem crédito fácil de entrar e difícil de sair.

Leia a matéria completa no portal da Época Negócios